Imprensa — Instituto Brasil 50+

Imprensa

Informações institucionais, porta-voz e temas para entrevistas, palestras e eventos.

Quem somos

O Instituto Brasil 50+ se dedica a mudar a forma como enxergamos a longevidade. Atuamos para ampliar oportunidades, reduzir barreiras e valorizar a experiência de pessoas com mais de 50 anos, conectando sociedade, empresas e poder público com soluções práticas.

Propósito

Transformar experiência em valor social e econômico, com foco em oportunidades reais para pessoas 50+.

O problema que enfrentamos

O Brasil e o mundo envelhecem mais rápido do que novas soluções surgem. A sociedade, o mercado e a cultura ainda tratam idade como um limite. Isso gera desperdício de competência, exclusão, perda de renda e queda de produtividade, além de impactos em saúde mental, autonomia e projetos de vida.

Mensagem central

Envelhecer não é sair de cena. É chegar ao melhor momento para transformar experiência em valor. Não podemos descartar isto, justo quando mais precisamos de recursos, conhecimento, experiência de tempos com menos abundância e contexto.

O que fazemos

  • Advocacy por oportunidades 50+
  • Projetos e pilotos com empresas e instituições
  • Conteúdos, dados e narrativas que reposicionam o envelhecimento como ativo
  • Articulação de rede com especialistas, parceiros e iniciativas alinhadas
  • Engajamento além dos 50+ (se tudo der certo, todos envelhecem)

Público

  • Pessoas 50+ buscando oportunidades, reinvenção e caminhos de contribuição
  • Organizações interessadas em diversidade etária, produtividade e retenção de conhecimento
  • Governo, academia e terceiro setor com agenda de longevidade e trabalho
  • Imprensa e formadores de opinião

Prioridades: temas em que somos fonte

  • Advocacy por políticas e incentivos para geração de oportunidades 50+
  • Longevidade produtiva e novas formas de contribuição
  • Requalificação, transição de carreira e trabalho flexível
  • Etarismo e seus efeitos econômicos e sociais
  • Mercado de trabalho e oportunidades 50+

Como colaborar

  • Parcerias para pilotos e programas 50+
  • Patrocínio de pesquisas, eventos e campanhas
  • Co-desenvolvimento de iniciativas com empresas e instituições
  • Apoio institucional e amplificação de conteúdo

Porta-voz e contato para imprensa

Luis Pedro Cauduro Ferreira

Executivo com trajetória em comunicação, marketing e relações governamentais. Fundou e lidera o Instituto Brasil 50+ para ampliar oportunidades 50+ e transformar vidas mais longas em impacto econômico e social.

Instituto Brasil 50 Mais | IBr50+

CNPJ 65.091.259/0001-30 · D-U-N-S 580186917

Av. Brigadeiro Faria Lima, 1811 cj 1119 — São Paulo, SP

contato@ibr50mais.org.br

ibr50mais.org.br · ibr50mais.org · institutobrasil50mais.org.br

Temas para palestras, entrevistas e eventos

O futuro ficou mais velho: a longevidade como oportunidade

Vidas mais longas ampliam o tempo para trabalhar, aprender, consumir, empreender, cuidar e transmitir conhecimento. A palestra conecta a mudança demográfica ao desenvolvimento econômico, às relações de trabalho e à representação institucional. Aplicações: mapear o perfil etário dos representados, ouvir demandas entre os 45 e os 60 anos e revisar trajetórias lineares de estudo, trabalho e aposentadoria.

O trabalho depois dos 50 exige um novo sistema operacional

Carreiras mais longas exigem rever contratação, promoção, capacitação e desligamento. Experiência, conhecimento tácito e julgamento podem se converter em valor econômico. Aplicações: analisar desligamentos por idade, negociar jornadas e transições graduais, testar mentoria remunerada, bancos de especialistas, trabalho por projeto e transferência de conhecimento.

A economia da longevidade: novos mercados e serviços para os associados

A economia da longevidade vai além de produtos para idosos: envolve renda, saúde, mobilidade, desejo e autonomia. A palestra aborda demandas não atendidas e inclusão. Aplicações: revisar produtos, canais, atendimento, aplicativos, sedes, eventos e benefícios; oferecer alternativas humanas, comunicação legível e serviços para transições da meia-idade.

Longevidade como pauta de representação e incidência política

Trabalho, qualificação, mobilidade, proteção financeira, moradia e participação fazem parte da mesma transição demográfica. Aplicações: mapear propostas legislativas e políticas públicas, formular uma pauta setorial curta e baseada em dados e dialogar com Executivo, Legislativo e empresas sobre aprendizagem contínua, transição profissional ou prevenção de fraudes contra aposentados.

Laboratório Vidas Longas: da reflexão a uma mudança testável

Workshop: os participantes escolhem um sistema conhecido — benefício, convenção coletiva, curso, atendimento, política de carreira ou participação sindical —, identificam uma premissa desatualizada e redesenham uma regra concreta. Cada grupo propõe um piloto simples, com público, prazo e evidência observável de resultado. Indicado para planejamento estratégico e encontros de lideranças.

Negociação coletiva para vidas profissionais mais longas

Vidas mais longas exigem alternativas para jornadas, cuidado de familiares, atualização de competências e transições profissionais. Aplicações: revisar cláusulas coletivas sobre flexibilidade, licença para cuidado, apoio à menopausa, planejamento financeiro e prevenção de doenças crônicas, começando pela escuta de trabalhadores 45+ e empresas do setor.

Reskilling depois dos 50: aprender sem desperdiçar tempo e experiência

Aprender deve considerar retorno do investimento, durabilidade das competências e repertório acumulado, não apenas a ferramenta do momento. Aplicações: avaliar formação pela aplicação no trabalho e mobilidade profissional; combinar letramento tecnológico com julgamento, comunicação, negociação, supervisão e leitura de contexto em ambientes de automação e inteligência artificial.

Experiência não tem prazo de validade: intergeracionalidade e desempenho

Equipes de diferentes idades podem combinar repertório, conhecimento institucional, domínio tecnológico e novas referências, sem caricaturas geracionais. Aplicações: revisar anúncios de vagas, promoção, acesso a treinamentos e sucessão; testar mentoria recíproca e acompanhar a composição etária de equipes e lideranças para evitar desperdício de talento.

Saúde e longevidade: prevenir antes que a conta apareça

Viver mais não significa automaticamente viver com mais saúde. A palestra trata de capacidade, qualidade de vida e sustentabilidade do trabalho. Aplicações: ergonomia, iluminação, prevenção de quedas, rastreamentos na meia-idade, atividade física e saúde financeira; analisar afastamentos, acidentes e permanência por faixa etária para negociar intervenções específicas.

Contexto e dados

O Brasil tem mais de 56 milhões de pessoas com 50 anos ou mais (IBGE, conforme o kit de imprensa de 2026).

O envelhecimento populacional é uma das transformações sociais mais profundas deste século. Segundo a ONU, os 50+ representavam 15% da população mundial em 1950 e 24% em 2023.

Até 2050, o kit projeta cerca de 217,5 milhões de habitantes no Brasil e 93,9 milhões de pessoas 50+. A participação 50+ passa de 27,9% em 2024 para 43,2% em 2050. O crescimento informado é de 58,6%, com CAGR de 1,79% ao ano; para a população total, 2,6%, com CAGR de 0,10% ao ano.

Relação de dependência etária: em 2023, 15 pessoas 65+ por 100 pessoas de 15–64; em 2050, 25 por 100. O kit informa +61,8% em 25 anos (+9,7 pontos percentuais).

A pressão sobre previdência, saúde e finanças familiares aumenta. O cuidado de longa duração e domiciliar e a força de trabalho de cuidadores tornam-se fatores limitantes, em famílias menores e com mais adultos trabalhando. A resposta política combina aposentadoria mais tardia, maior participação no trabalho, produtividade, migração e expansão de sistemas de saúde e assistência adaptados.

Brasil: crescimento populacional — 1950 a 2023
Categoria19502023MudançaCAGR
Total53M211M+157M · 3,95x · +295,3%+1,90%
0–4948M153M+105M · 3,16x · +215,9%+1,59%
50+4,8M57M+52,8M · 11,93x · +1.093%+3,45%

Dados e projeções reproduzidos dos kits de 2026; os períodos e arredondamentos variam entre indicadores. Fontes citadas: IBGE; ONU DESA, Population Division, World Population Prospects; “Old-age dependency ratio (65+ per working-age population)”, World, 2024–2049 (both sexes).

Texto institucional

O Instituto Brasil 50+ atua para ampliar oportunidades e combater o etarismo, valorizando a experiência de pessoas com mais de 50 anos. Conecta sociedade, empresas e poder público por meio de advocacy, projetos e conteúdo baseado em dados, promovendo longevidade produtiva e inclusão.

Marca e logotipos

IBr50+ — Preto sobre branco

Preto sobre branco

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IBr50+ — Branco sobre preto

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Glossário

Conceitos que usamos com frequência nas publicações da Pauta 50+, organizados por tema. Clique em cada termo para ver a definição.

Demografia

Bônus demográfico

Período em que a proporção de pessoas em idade de trabalhar é maior que a de crianças e idosos, favorecendo o crescimento econômico. No Brasil, essa janela está se fechando, o que torna mais importante aproveitar o potencial de quem tem 50+.

Dependência etária (old-age dependency)

Relação entre o número de pessoas idosas (normalmente 65+) e o de pessoas em idade de trabalhar (geralmente 15 a 64). Ajuda a estimar a pressão sobre previdência, saúde e cuidado, mas simplifica a realidade: nem todo 65+ é “dependente” e nem todo 15–64 está empregado. Mais trabalho 50+ reduz essa pressão na prática.

Expectativa de vida e anos de vida saudável (healthspan)

Expectativa de vida é quantos anos, em média, uma pessoa deve viver; healthspan é quantos desses anos são vividos com saúde e autonomia. O desafio da longevidade é aproximar os dois: viver mais e melhor, não apenas mais.

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Transição demográfica

Mudança de uma população com altas taxas de natalidade e mortalidade para outra com baixas taxas de ambas, resultando em mais pessoas maduras e idosas. No Brasil, o grupo 50+ é o que mais cresce, e isso afeta trabalho, consumo, previdência, saúde e política.

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Economia

Dividendo da longevidade

Ganho econômico e social obtido quando vidas mais longas são acompanhadas de saúde, aprendizagem e participação produtiva. Não é automático: depende de políticas, empresas e pessoas se adaptarem a carreiras e vidas mais longas.

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Economia da longevidade

Conjunto de atividades econômicas impulsionadas por pessoas que vivem mais: trabalho, consumo, investimento, empreendedorismo e cuidado. Vai além de produtos para idosos e inclui renda, saúde, mobilidade, desejo e autonomia.

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Economia prateada (Silver Economy)

Parte da economia voltada às necessidades e aos desejos de pessoas maduras e idosas, como consumidores, trabalhadores e empreendedores. O termo é útil, mas o IBr50+ alerta para não reduzir esse público a um nicho de mercado.

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Estratégia de longevidade

Plano coordenado de governos e empresas para transformar o envelhecimento populacional em fonte de crescimento, integrando trabalho, educação, saúde, finanças e cidades, em vez de tratar a longevidade apenas como custo.

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Trabalho e aprendizagem

Aprendizagem ao longo da vida

Ideia de que estudar não termina na juventude: em vidas mais longas, aprender continuamente é condição para trabalhar, participar e encontrar sentido. Inclui educação formal, cursos curtos, aprendizagem no trabalho e entre gerações.

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Longevidade produtiva

Viver mais com oportunidades reais de continuar contribuindo para a sociedade e a economia. Não significa trabalhar sem parar: significa ter caminhos viáveis, com escolha e condições adequadas, como trabalho flexível ou por projeto, requalificação, empreendedorismo, consultoria ou impacto social.

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Regime de trabalho diferenciado

Proposta defendida pelo IBr50+ para facilitar a contratação de pessoas 50+, com regras adaptadas e responsabilidade fiscal, ampliando a base de contribuição em vez de criar renúncias sem contrapartida.

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Requalificação (reskilling) e atualização (upskilling)

Reskilling é aprender competências para uma nova função; upskilling é aprofundar as da função atual. Para o público 50+, o foco deve estar em competências duráveis e em formatos que valorizem a experiência acumulada.

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Trabalho 50+

Participação de pessoas com 50 anos ou mais no mercado de trabalho, como empregadas, autônomas, empreendedoras ou consultoras. Envolve contratação, permanência, transições graduais e combate ao etarismo nas empresas.

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Vida em múltiplos estágios

Alternativa ao modelo linear “estudar, trabalhar, aposentar”. Em vidas mais longas, as pessoas alternam fases de estudo, trabalho, pausa, cuidado e recomeço, o que exige um novo “sistema operacional” para carreiras, empresas e políticas públicas.

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Sociedade e direitos

Cidades amigas da pessoa idosa

Conceito da Organização Mundial da Saúde (OMS) para cidades que adaptam transporte, calçadas, moradia, serviços e espaços públicos para que pessoas de todas as idades possam circular e participar com segurança e autonomia.

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Contrato social da longevidade

Revisão dos acordos entre Estado, empresas, famílias e gerações — sobre trabalho, previdência, cuidado e educação — que foram desenhados para vidas mais curtas e precisam ser atualizados para vidas mais longas.

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Década do Envelhecimento Saudável e ODS

A ONU declarou 2021–2030 a Década do Envelhecimento Saudável, alinhada aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). O IBr50+ relaciona sua atuação a ODS como saúde, educação, trabalho decente e redução das desigualdades.

Etarismo

Preconceito ou discriminação por causa da idade. O termo em inglês (ageism) foi cunhado por Robert Butler em 1969. No trabalho e na mídia atinge principalmente quem tem 50, 60, 70+, com frases como “já passou da idade”, “não aprende tecnologia” ou “não se adapta”.

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Relações intergeracionais

Convivência, colaboração e troca de conhecimento entre diferentes gerações no trabalho, na família e na comunidade. Equipes com idades diversas combinam experiência e novas perspectivas, e reduzem estereótipos dos dois lados.

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Finanças e aposentadoria

Desacumulação

Fase em que a pessoa passa a usar a poupança acumulada para viver. Em vidas mais longas, planejar o ritmo de retirada é essencial para que os recursos durem e para lidar com o risco de viver mais do que o dinheiro.

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Educação financeira

Conhecimentos e hábitos para tomar boas decisões sobre renda, gastos, poupança, crédito e investimentos. Para o público 50+, inclui também proteção contra golpes e fraudes e o planejamento de décadas adicionais de vida.

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Planejamento para uma vida mais longa

Abordagem que trata a aposentadoria não como um ponto final, mas como parte de uma vida mais longa: combina finanças, saúde, trabalho, aprendizagem e relações, e deve começar cedo.

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Previdência e aposentadoria

Sistemas públicos e privados que garantem renda quando a pessoa deixa de trabalhar. Com vidas mais longas e menos jovens contribuindo, sua sustentabilidade depende de mais pessoas trabalhando e contribuindo por mais tempo, com escolha.

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Press

Press

Institutional information, spokesperson and topics for interviews, talks and events.

Who we are

Instituto Brasil 50+ is dedicated to changing the way we see longevity. We work to expand opportunities, reduce barriers and value the experience of people over 50, connecting society, companies and public authorities with practical solutions.

Purpose

Transform experience into social and economic value, focusing on real opportunities for people 50+.

The problem we face

Brazil and the world are aging faster than new solutions emerge. Society, the market and culture still treat age as a limit. This generates waste of competence, exclusion, loss of income and a drop in productivity, as well as impacts on mental health, autonomy and life projects.

Central message

Aging is not leaving the scene. It is arriving at the best time to transform experience into value. We cannot discard this just when we most need resources, knowledge, experience of times with less abundance and context.

What we do

  • Advocacy for 50+ opportunities
  • Projects and pilots with companies and institutions
  • Content, data and narratives that reposition aging as an asset
  • Networking with experts, partners and aligned initiatives
  • Engagement beyond 50+ (if all goes well, everyone gets older)

Audience

  • People 50+ looking for opportunities, reinvention and ways to contribute
  • Organizations interested in age diversity, productivity and knowledge retention
  • Government, academia and the third sector with an agenda of longevity and work
  • Press and opinion leaders

Priorities: topics we cover

  • Advocacy for policies and incentives to generate 50+ opportunities
  • Productive longevity and new forms of contribution
  • Reskilling, career transition and flexible work
  • Ageism and its economic and social effects
  • The labor market and 50+ opportunities

How to collaborate

  • Partnerships for pilots and 50+ programs
  • Sponsorship of research, events and campaigns
  • Co-development of initiatives with companies and institutions
  • Institutional support and amplification of content

Spokesperson and press contact

Luis Pedro Cauduro Ferreira

Executive with a background in communication, marketing and government relations. He founded and leads Instituto Brasil 50+ to expand 50+ opportunities and transform longer lives into economic and social impact.

Instituto Brasil 50 Mais | IBr50+

CNPJ 65.091.259/0001-30 · D-U-N-S 580186917

Av. Brigadeiro Faria Lima, 1811 cj 1119 — São Paulo, SP

contact@ibr50mais.org

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Topics for talks, interviews and events

The future has grown older: longevity as an opportunity

Longer lives extend the time available to work, learn, consume, start businesses, care and share knowledge. This talk connects demographic change with economic development, labor relations and institutional representation. Applications include mapping members’ age profiles, listening to needs between 45 and 60, and reviewing linear education–work–retirement pathways.

Work after 50 requires a new operating system

Longer careers require a rethink of recruitment, promotion, training and dismissal. Experience, tacit knowledge and judgment can become economic value. Applications include age-based analysis of departures, flexible hours and gradual transitions, paid mentoring, expert pools, project work and knowledge transfer.

The longevity economy: new markets and services for members

The longevity economy goes beyond products for older people: it involves income, health, mobility, aspirations and autonomy. The talk addresses unmet demand and inclusion. Applications include reviewing products, channels, service journeys, apps, venues, events and benefits; offering human alternatives, readable communication and midlife-transition services.

Longevity as an agenda for representation and policy advocacy

Work, skills, mobility, financial protection, housing and participation are parts of the same demographic transition. Applications include mapping legislative proposals and public policy, developing a focused, evidence-based sector agenda, and engaging government and businesses on lifelong learning, career transitions or fraud prevention for retirees.

Long Lives Lab: from reflection to a testable change

Workshop: participants select a familiar system — a benefit, collective agreement, course, service process, career policy or union participation structure — identify an outdated assumption and redesign a concrete rule. Each group proposes a simple pilot with a target audience, timeframe and observable evidence of results. Suitable for strategic planning and leadership meetings.

Collective bargaining for longer working lives

Longer lives call for alternatives in working hours, family care, skills development and career transitions. Applications include reviewing collective clauses on flexibility, care leave, menopause support, financial planning and chronic disease prevention, starting with structured listening to workers aged 45+ and sector employers.

Reskilling after 50: learning without wasting time and experience

Learning should consider return on investment, skill durability and accumulated experience, not just the latest tool. Applications include assessing training through workplace use and career mobility; combining technological literacy with judgment, communication, negotiation, supervision and context awareness in automation and AI environments.

Experience has no expiry date: intergenerational collaboration and performance

Teams of different ages can combine experience, institutional knowledge, technological expertise and new perspectives without generational stereotypes. Applications include reviewing job ads, promotion, training access and succession; testing reciprocal mentoring and tracking age diversity in teams and leadership to avoid wasting talent.

Health and longevity: prevention before the costs arrive

Living longer does not automatically mean living healthier. This talk addresses capacity, quality of life and sustainable work. Applications include ergonomics, lighting, fall prevention, midlife screening, physical activity and financial health; analyzing absence, accidents and retention by age to negotiate targeted interventions.

Context and data

Brazil has more than 56 million people aged 50 and over (IBGE, as cited in the 2026 press kit).

Population aging is one of the most profound social transformations of this century. According to the UN, people 50+ accounted for 15% of the world population in 1950 and 24% in 2023.

By 2050, the kit projects about 217,5 million inhabitants in Brazil and 93,9 million people 50+. Their share rises from 27,9% in 2024 to 43,2% in 2050. Reported growth is 58,6%, with a CAGR of 1,79% per year; total population growth is 2,6%, with a CAGR of 0,10%.

Old-age dependency: in 2023, 15 people aged 65+ per 100 people aged 15–64; in 2050, 25 per 100. The kit reports +61,8% over 25 years (+9,7 percentage points).

Pressure on pensions, health and household finances increases. Long-term and home care and the caregiver workforce become limiting factors as families shrink and more adults work. Policy responses combine later retirement, increased labor participation, productivity, migration and expanded age-friendly health and social care.

Brazil: population growth — 1950 to 2023
Category19502023ChangeCAGR
Total53M211M+157M · 3,95x · +295,3%+1,90%
0–4948M153M+105M · 3,16x · +215,9%+1,59%
50+4,8M57M+52,8M · 11,93x · +1.093%+3,45%

Data and projections reproduced from the 2026 kits; periods and rounding vary across indicators. Cited sources: IBGE; UN DESA, Population Division, World Population Prospects; “Old-age dependency ratio (65+ per working-age population)”, World, 2024–2049 (both sexes).

Boilerplate

Instituto Brasil 50+ works to expand opportunities and combat ageism, valuing the experience of people over 50. It connects society, companies and public authorities through advocacy, projects and data-driven content, promoting productive longevity and inclusion.

Brand and logos

IBr50+ — Black on white

Black on white

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IBr50+ — White on black

White on black

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Glossary

Concepts we use frequently in Pauta 50+ publications, organized by theme. Click each term to see its definition.

Demographics

Demographic dividend

A period in which the share of working-age people exceeds that of children and older people, favoring economic growth. In Brazil this window is closing, making it more important to tap the potential of people aged 50+.

Demographic transition

The shift from a population with high birth and death rates to one with low rates of both, resulting in more mature and older people. In Brazil the 50+ group is the fastest growing, affecting work, consumption, pensions, health and politics.

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Life expectancy and healthspan

Life expectancy is how many years, on average, a person is expected to live; healthspan is how many of those years are lived in good health and with autonomy. The longevity challenge is to bring the two closer: living longer and better, not just longer.

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Old-age dependency ratio

The ratio between the number of older people (usually 65+) and working-age people (usually 15 to 64). It helps estimate pressure on pensions, health and care, but simplifies reality: not every 65+ person is “dependent” and not everyone aged 15–64 is employed. More 50+ work reduces this pressure in practice.

Economy

Longevity dividend

The economic and social gain achieved when longer lives come with health, learning and productive participation. It is not automatic: it depends on policies, companies and people adapting to longer careers and lives.

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Longevity economy

The set of economic activities driven by people living longer: work, consumption, investment, entrepreneurship and care. It goes beyond products for older people and includes income, health, mobility, aspiration and autonomy.

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Longevity strategy

A coordinated plan by governments and companies to turn population ageing into a source of growth, integrating work, education, health, finance and cities, rather than treating longevity only as a cost.

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Silver economy

The part of the economy focused on the needs and wishes of mature and older people as consumers, workers and entrepreneurs. The term is useful, but IBr50+ cautions against reducing this audience to a market niche.

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Work and learning

50+ work

The participation of people aged 50 or over in the labor market, as employees, self-employed, entrepreneurs or consultants. It involves hiring, retention, gradual transitions and fighting ageism in companies.

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Differentiated labor regime

A proposal advocated by IBr50+ to make it easier to hire people aged 50+, with adapted rules and fiscal responsibility, broadening the contribution base rather than creating tax breaks without return.

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Lifelong learning

The idea that learning does not end in youth: in longer lives, continuous learning is a condition for working, participating and finding meaning. It includes formal education, short courses, on-the-job and intergenerational learning.

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Multi-stage life

An alternative to the linear “study, work, retire” model. In longer lives, people alternate phases of study, work, breaks, caregiving and new beginnings, which requires a new “operating system” for careers, companies and public policy.

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Productive longevity

Living longer with real opportunities to keep contributing to society and the economy. It does not mean working nonstop: it means having viable paths, with choice and adequate conditions, such as flexible or project-based work, reskilling, entrepreneurship, consulting or social impact.

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Reskilling and upskilling

Reskilling means learning skills for a new role; upskilling means deepening those of the current role. For people aged 50+, the focus should be on durable skills and formats that value accumulated experience.

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Society and rights

Age-friendly cities

A World Health Organization (WHO) concept for cities that adapt transport, sidewalks, housing, services and public spaces so that people of all ages can move around and participate safely and autonomously.

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Ageism

Prejudice or discrimination based on age. The term was coined by Robert Butler in 1969. At work and in the media it mainly affects people aged 50, 60, 70+, with phrases like “too old for this”, “can’t learn technology” or “won’t adapt”.

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Decade of Healthy Ageing and SDGs

The UN declared 2021–2030 the Decade of Healthy Ageing, aligned with the Sustainable Development Goals (SDGs). IBr50+ links its work to SDGs such as health, education, decent work and reduced inequalities.

Intergenerational relations

Coexistence, collaboration and knowledge exchange between different generations at work, in the family and in the community. Age-diverse teams combine experience with new perspectives and reduce stereotypes on both sides.

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Longevity social contract

A review of the agreements between the state, companies, families and generations — on work, pensions, care and education — that were designed for shorter lives and need updating for longer ones.

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Finance and retirement

Decumulation

The phase in which a person starts drawing on accumulated savings to live. In longer lives, planning the withdrawal pace is essential so that resources last and to manage the risk of outliving one’s money.

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Financial education

Knowledge and habits for making sound decisions about income, spending, savings, credit and investments. For people aged 50+, it also includes protection against scams and fraud and planning for additional decades of life.

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Pensions and retirement

Public and private systems that provide income when a person stops working. With longer lives and fewer young people contributing, their sustainability depends on more people working and contributing for longer, by choice.

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Planning for a longer life

An approach that treats retirement not as an end point but as part of a longer life: it combines finance, health, work, learning and relationships, and should start early.

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Prensa

Prensa

Información institucional, portavoz y temas para entrevistas, charlas y eventos.

Quiénes somos

El Instituto Brasil 50+ se dedica a cambiar la forma en que vemos la longevidad. Trabajamos para ampliar oportunidades, reducir barreras y valorar la experiencia de las personas mayores de 50 años, conectando a la sociedad, las empresas y el sector público con soluciones prácticas.

Propósito

Transformar la experiencia en valor social y económico, con foco en oportunidades reales para las personas 50+.

El problema que enfrentamos

Brasil y el mundo están envejeciendo más rápido de lo que surgen nuevas soluciones. La sociedad, el mercado y la cultura aún tratan la edad como un límite. Esto genera desperdicio de capacidades, exclusión, pérdida de ingresos y caída de la productividad, además de impactos en la salud mental, la autonomía y los proyectos de vida.

Mensaje central

Envejecer no es salir de escena. Es llegar al mejor momento para transformar la experiencia en valor. No podemos descartar eso, justo cuando más necesitamos recursos, conocimiento, experiencia de tiempos con menos abundancia y contexto.

Qué hacemos

  • Incidencia y advocacy por oportunidades 50+
  • Proyectos y pilotos con empresas e instituciones
  • Contenidos, datos y narrativas que reposicionan el envejecimiento como un activo
  • Articulación de red con especialistas, aliados e iniciativas alineadas
  • Participación más allá del público 50+ (si todo sale bien, todos envejecemos)

Público

  • Personas 50+ que buscan oportunidades, reinvención y caminos para contribuir
  • Organizaciones interesadas en diversidad etaria, productividad y retención de conocimiento
  • Gobierno, academia y tercer sector con agenda de longevidad y trabajo
  • Prensa y formadores de opinión

Prioridades: temas en los que somos fuente

  • Advocacy por políticas e incentivos para generar oportunidades 50+
  • Longevidad productiva y nuevas formas de contribución
  • Recualificación, transición de carrera y trabajo flexible
  • Etarismo y sus efectos económicos y sociales
  • Mercado laboral y oportunidades 50+

Cómo colaborar

  • Alianzas para pilotos y programas 50+
  • Patrocinio de investigaciones, eventos y campañas
  • Co-desarrollo de iniciativas con empresas e instituciones
  • Apoyo institucional y amplificación de contenido

Portavoz y contacto para prensa

Luis Pedro Cauduro Ferreira

Ejecutivo con trayectoria en comunicación, marketing y relaciones gubernamentales. Fundó y lidera el Instituto Brasil 50+ para ampliar oportunidades 50+ y transformar vidas más largas en impacto económico y social.

Instituto Brasil 50 Mais | IBr50+

CNPJ 65.091.259/0001-30 · D-U-N-S 580186917

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Temas para charlas, entrevistas y eventos

El futuro se hizo mayor: la longevidad como oportunidad

Las vidas más largas amplían el tiempo para trabajar, aprender, consumir, emprender, cuidar y transmitir conocimiento. La charla conecta el cambio demográfico con el desarrollo económico, las relaciones laborales y la representación institucional. Aplicaciones: mapear el perfil etario, escuchar demandas entre los 45 y los 60 años y revisar trayectorias lineales de estudio, trabajo y jubilación.

El trabajo después de los 50 exige un nuevo sistema operativo

Las carreras más largas exigen revisar contratación, promoción, formación y desvinculación. La experiencia, el conocimiento tácito y el criterio pueden convertirse en valor económico. Aplicaciones: analizar desvinculaciones por edad, negociar jornadas y transiciones graduales, probar mentoría remunerada, bancos de especialistas, trabajo por proyecto y transferencia de conocimiento.

La economía de la longevidad: nuevos mercados y servicios para los afiliados

La economía de la longevidad va más allá de productos para mayores: abarca ingresos, salud, movilidad, deseos y autonomía. La charla aborda demandas no atendidas e inclusión. Aplicaciones: revisar productos, canales, atención, aplicaciones, sedes, eventos y beneficios; ofrecer alternativas humanas, comunicación legible y servicios para transiciones de la mediana edad.

Longevidad como agenda de representación e incidencia política

Trabajo, cualificación, movilidad, protección financiera, vivienda y participación forman parte de la misma transición demográfica. Aplicaciones: mapear propuestas legislativas y políticas públicas, formular una agenda sectorial breve y basada en datos y dialogar con gobiernos y empresas sobre aprendizaje continuo, transición profesional o prevención de fraudes contra jubilados.

Laboratorio Vidas Largas: de la reflexión a un cambio comprobable

Workshop: los participantes eligen un sistema conocido — beneficio, convenio colectivo, curso, atención, política de carrera o participación sindical —, identifican una premisa desactualizada y rediseñan una regla concreta. Cada grupo propone un piloto sencillo, con público, plazo y evidencia observable de resultado. Adecuado para planificación estratégica y encuentros de liderazgo.

Negociación colectiva para vidas profesionales más largas

Las vidas más largas exigen alternativas para jornadas, cuidado familiar, actualización de competencias y transiciones profesionales. Aplicaciones: revisar cláusulas colectivas sobre flexibilidad, permisos de cuidado, apoyo a la menopausia, planificación financiera y prevención de enfermedades crónicas, empezando por escuchar a trabajadores 45+ y empresas del sector.

Reskilling después de los 50: aprender sin desperdiciar tiempo y experiencia

Aprender debe considerar retorno de la inversión, durabilidad de las competencias y experiencia acumulada, no solo la herramienta del momento. Aplicaciones: evaluar formación por su uso en el trabajo y la movilidad profesional; combinar alfabetización tecnológica con criterio, comunicación, negociación, supervisión y lectura del contexto en entornos de automatización e inteligencia artificial.

La experiencia no tiene fecha de caducidad: intergeneracionalidad y desempeño

Los equipos de distintas edades pueden combinar experiencia, conocimiento institucional, dominio tecnológico y nuevas referencias, sin caricaturas generacionales. Aplicaciones: revisar ofertas de empleo, promoción, acceso a formación y sucesión; probar mentoría recíproca y observar la composición etaria de equipos y liderazgos para evitar desperdicio de talento.

Salud y longevidad: prevenir antes de que llegue la cuenta

Vivir más no significa automáticamente vivir con más salud. La charla aborda capacidad, calidad de vida y sostenibilidad del trabajo. Aplicaciones: ergonomía, iluminación, prevención de caídas, controles en la mediana edad, actividad física y salud financiera; analizar ausencias, accidentes y permanencia por edad para negociar intervenciones específicas.

Contexto y datos

Brasil tiene más de 56 millones de personas de 50 años o más (IBGE, según el kit de prensa de 2026).

El envejecimiento poblacional es una de las transformaciones sociales más profundas de este siglo. Según la ONU, las personas 50+ representaban el 15% de la población mundial en 1950 y el 24% en 2023.

Hasta 2050, el kit proyecta cerca de 217,5 millones de habitantes en Brasil y 93,9 millones de personas 50+. Su participación pasa del 27,9% en 2024 al 43,2% en 2050. El crecimiento informado es del 58,6%, con CAGR del 1,79% anual; para la población total, 2,6%, con CAGR del 0,10%.

Dependencia de la vejez: en 2023, 15 personas 65+ por cada 100 personas de 15–64; en 2050, 25 por cada 100. El kit informa +61,8% en 25 años (+9,7 puntos porcentuales).

Aumenta la presión sobre pensiones, salud y finanzas familiares. El cuidado de larga duración y domiciliario y la fuerza laboral de cuidadores se vuelven factores limitantes, con familias más pequeñas y más adultos trabajando. La respuesta política combina jubilación más tardía, participación laboral, productividad, migración y expansión de sistemas de salud y asistencia adaptados.

Brasil: crecimiento poblacional — 1950 a 2023
Categoría19502023CambioCAGR
Total53M211M+157M · 3,95x · +295,3%+1,90%
0–4948M153M+105M · 3,16x · +215,9%+1,59%
50+4,8M57M+52,8M · 11,93x · +1.093%+3,45%

Datos y proyecciones reproducidos de los kits de 2026; los periodos y redondeos varían entre indicadores. Fuentes citadas: IBGE; ONU DESA, Population Division, World Population Prospects; “Old-age dependency ratio (65+ per working-age population)”, World, 2024–2049 (both sexes).

Texto institucional

El Instituto Brasil 50+ actúa para ampliar oportunidades y combatir el etarismo, valorizando la experiencia de las personas mayores de 50 años. Conecta sociedad, empresas y sector público mediante advocacy, proyectos y contenido basado en datos, promoviendo longevidad productiva e inclusión.

Marca y logotipos

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Glosario

Conceptos que usamos con frecuencia en las publicaciones de Pauta 50+, organizados por tema. Haga clic en cada término para ver su definición.

Demografía

Bono demográfico

Período en que la proporción de personas en edad de trabajar supera a la de niños y personas mayores, favoreciendo el crecimiento económico. En Brasil esa ventana se está cerrando, lo que hace más importante aprovechar el potencial de quienes tienen 50+.

Dependencia etaria (old-age dependency)

Relación entre el número de personas mayores (normalmente 65+) y el de personas en edad de trabajar (generalmente 15 a 64). Ayuda a estimar la presión sobre pensiones, salud y cuidados, pero simplifica la realidad: no toda persona de 65+ es “dependiente” ni toda persona de 15–64 está empleada. Más trabajo 50+ reduce esa presión en la práctica.

Esperanza de vida y años de vida saludable (healthspan)

La esperanza de vida es cuántos años, en promedio, se espera que viva una persona; el healthspan es cuántos de esos años se viven con salud y autonomía. El desafío de la longevidad es acercar ambos: vivir más y mejor, no solo más.

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Transición demográfica

Cambio de una población con altas tasas de natalidad y mortalidad a otra con tasas bajas de ambas, lo que resulta en más personas maduras y mayores. En Brasil el grupo 50+ es el que más crece, y eso afecta el trabajo, el consumo, las pensiones, la salud y la política.

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Economía

Dividendo de la longevidad

Ganancia económica y social que se obtiene cuando las vidas más largas van acompañadas de salud, aprendizaje y participación productiva. No es automática: depende de que políticas, empresas y personas se adapten a carreras y vidas más largas.

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Economía de la longevidad

Conjunto de actividades económicas impulsadas por personas que viven más: trabajo, consumo, inversión, emprendimiento y cuidado. Va más allá de productos para personas mayores e incluye ingresos, salud, movilidad, deseo y autonomía.

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Economía plateada (Silver Economy)

Parte de la economía orientada a las necesidades y los deseos de personas maduras y mayores, como consumidores, trabajadores y emprendedores. El término es útil, pero el IBr50+ advierte que no se debe reducir este público a un nicho de mercado.

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Estrategia de longevidad

Plan coordinado de gobiernos y empresas para transformar el envejecimiento poblacional en fuente de crecimiento, integrando trabajo, educación, salud, finanzas y ciudades, en lugar de tratar la longevidad solo como un costo.

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Trabajo y aprendizaje

Aprendizaje a lo largo de la vida

Idea de que estudiar no termina en la juventud: en vidas más largas, aprender continuamente es condición para trabajar, participar y encontrar sentido. Incluye educación formal, cursos cortos, aprendizaje en el trabajo y entre generaciones.

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Longevidad productiva

Vivir más con oportunidades reales de seguir contribuyendo a la sociedad y la economía. No significa trabajar sin parar: significa tener caminos viables, con elección y condiciones adecuadas, como trabajo flexible o por proyecto, recualificación, emprendimiento, consultoría o impacto social.

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Recualificación (reskilling) y actualización (upskilling)

Reskilling es aprender competencias para una nueva función; upskilling es profundizar las de la función actual. Para el público 50+, el foco debe estar en competencias duraderas y en formatos que valoren la experiencia acumulada.

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Régimen laboral diferenciado

Propuesta defendida por el IBr50+ para facilitar la contratación de personas 50+, con reglas adaptadas y responsabilidad fiscal, ampliando la base de contribución en lugar de crear exenciones sin contrapartida.

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Trabajo 50+

Participación de personas de 50 años o más en el mercado laboral, como empleadas, autónomas, emprendedoras o consultoras. Involucra contratación, permanencia, transiciones graduales y combate al edadismo en las empresas.

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Vida en múltiples etapas

Alternativa al modelo lineal “estudiar, trabajar, jubilarse”. En vidas más largas, las personas alternan fases de estudio, trabajo, pausa, cuidado y nuevos comienzos, lo que exige un nuevo “sistema operativo” para carreras, empresas y políticas públicas.

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Sociedad y derechos

Ciudades amigables con las personas mayores

Concepto de la Organización Mundial de la Salud (OMS) para ciudades que adaptan transporte, aceras, vivienda, servicios y espacios públicos para que personas de todas las edades puedan circular y participar con seguridad y autonomía.

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Contrato social de la longevidad

Revisión de los acuerdos entre el Estado, las empresas, las familias y las generaciones — sobre trabajo, pensiones, cuidado y educación — que fueron diseñados para vidas más cortas y necesitan actualizarse para vidas más largas.

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Década del Envejecimiento Saludable y ODS

La ONU declaró 2021–2030 la Década del Envejecimiento Saludable, alineada con los Objetivos de Desarrollo Sostenible (ODS). El IBr50+ vincula su actuación a ODS como salud, educación, trabajo decente y reducción de las desigualdades.

Edadismo (etarismo)

Prejuicio o discriminación por motivo de edad. El término en inglés (ageism) fue acuñado por Robert Butler en 1969. En el trabajo y en los medios afecta principalmente a quienes tienen 50, 60, 70+, con frases como “ya pasó la edad”, “no aprende tecnología” o “no se adapta”.

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Relaciones intergeneracionales

Convivencia, colaboración e intercambio de conocimiento entre distintas generaciones en el trabajo, la familia y la comunidad. Los equipos con edades diversas combinan experiencia y nuevas perspectivas, y reducen estereotipos de ambos lados.

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Finanzas y jubilación

Desacumulación

Fase en la que la persona empieza a usar el ahorro acumulado para vivir. En vidas más largas, planificar el ritmo de retiro es esencial para que los recursos duren y para manejar el riesgo de vivir más que el dinero.

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Educación financiera

Conocimientos y hábitos para tomar buenas decisiones sobre ingresos, gastos, ahorro, crédito e inversiones. Para el público 50+, incluye también protección contra estafas y fraudes y la planificación de décadas adicionales de vida.

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Planificación para una vida más larga

Enfoque que trata la jubilación no como un punto final, sino como parte de una vida más larga: combina finanzas, salud, trabajo, aprendizaje y relaciones, y debe empezar temprano.

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Previsión social y jubilación

Sistemas públicos y privados que garantizan ingresos cuando la persona deja de trabajar. Con vidas más largas y menos jóvenes contribuyendo, su sostenibilidad depende de que más personas trabajen y contribuyan por más tiempo, con elección.

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